Friday, 18 January 2008


Abriu a caça ao pato


"As almas grandes têm muito em conta as coisas pequenas."




Ser considerado um dos piores filmes de 1986, não é de perto nem de longe, um elogio. Mas uma película não se lambuza unicamente de sucesso. Apanágio dos filmes medíocres, "Howard The Duck"deambula pela suja Cleveland, coadjuvado por um Tim Robbins no auge da sua pacovice. O próprio George Lucas acabou por dar o corpo ao manifesto, mas já não havia volta a dar...Tipíco filme dum domingo à tarde de 1986.



Pregos no Caixão: * ( ** Se o casal Willard Huyck e Gloria Katz prometer que não toma mais cacto Peyote)

Wednesday, 26 December 2007

Cocktail


Há muitos anos atrás parecia que Tom Cruise era infalível. Um sorriso do Tom chegava para encher as salas de adolescentes carregadas de hormonas. Era uma época estranha, ouvia-se Bon Jovi e estava na moda cortes de cabelo à Manowar... De certa forma este filme é como uma má balada dos Bon Jovi, o clássico boy meets girl/boy loses girl e tudo o que dai advém. Arranja-se umas palmeiras para o cenário, uma música dos Beach Boys para a banda sonora e um Bryan Brown para fazer o papel de Paul Newman no The Color of Money.
A história e o argumento são do mais simples possível e o filme vive do Tom Cruise a fazer acrobacias com garrafas e a Elizabeth Shue em fato-de-banho. Meu deus! No outro dia vi um filme em que a Elizabeth Shue fazia de mãe... Não é bom fantasiar com mães.
Cocktail deve ser entendido como um produto da época, os anos 80 foram uma década dedicada ao hedonismo e ganância alimentada por crack, ou é apenas uma coincidência que o Brian Flanagan esteja a tirar um curso de Gestão. Nesses anos nada era mais cool do que ser um bancário ou accionista de sucesso, podem dar graças à Reaganomics por isso... E todos nós iamos ao cinema ver o Tom.

Pregos no caixão: **/*** se me oferecerem um Bombay

http://www.imdb.com/title/tt0094889/

Friday, 21 December 2007


O Rei da Sucata




"O que é hoje verdade, amanhã já não é..."

É sustentado nesta verdade irrefutável, proferida um dia, por um grandioso dirigente desportivo que darei início a este post.
Além do seu carácter meramente informativo (já para não falar da habitual verborreia verbal que aqui se pratica...), esta dissertação é também de certo modo, explanada em forma de advertência. Nunca (mas mesmo nunca...) caiam no erro recorrente, de voltar a ver um filme de infância que vos marcou de certo modo.
Hoje iremos desenterrar um autómato, uma figura antromorfológica repleta de fios condutores e de fusíveis, mas dotada de uma enorme coração de ouro.
Falo, como é óbvio, dessa fabulosa personagem de ficção que dá pelo nome de: Johnny 5.
A película contava com um Steve Guttenberg em início de carreira e com uma Ally Sheedy ainda jovem. Mas maus actores à parte, o pessoal gostava mesmo era do robot, baluarte da bondade e da abnegação. Uma comédia dramática bastante 80´s, com alguns pontos de interesse para uma criança de 9/10 anos...


Pregos no Caixão: **


Brunong